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Fundação de Serralves...

por Passaporte Açoriano, em 23.03.15

 

Visitei, pela primeira, a Fundação de Serralves. Encontrei arte, cultura, natureza, arquitectura e história reunidos em 18 hectares.

É uma visita que deve ser feita com tempo, porque há tanto que desfrutar... O museu, a casa e o parque.

Para que não falte nada, há o bar audiotório, a casa de chá, que se encontra inserida no jardim e o  Restaurante Serralves. Ao almoço, durante a semana, o restaurante tem um excelente buffet, a um preço muito acessível.   

Passaporte Açoriano

Biblioteca da Fundação Serralves

Passaporte Açoriano

Casa de Serralves

Passaporte Açoriano

Casa de chá de Serralves 

 

Das várias exposições patentes, gostei bastante da Forma Aberta de Oskar Hansen; Paraficção de Salomé Lamas e Arquitetonização de Monika Sosnowska...

http://www.serralves.pt/pt/Passaporte AçorianoPassaporte AçorianoPassaporte Açoriano

 

http://www.serralves.pt/pt/

Assistimos ao filme: A verdade ou a mentira na Terra de Ninguém. 

 

O homem diz chamar-se José Paulo Sobral de Figueiredo (...)

(...) suas histórias revelam um soldado-comando, um mercenário e um killer, cuja profissão é matar. Empatia encontra em Salomé Lamas, de quem não há simpatia, nem julgamento, embora este esteja presente através das perguntas, que não ouvimos mas que intuímos.

(...)

 

“Mas para grandes males grandes remédios.” Paulo Figueiredo gosta de utilizar provérbios portugueses, e este é repetido à saciedade.

(...)

Afirma nunca ter eliminado “pessoas”, mas só “aqueles que não prestam”. Paulo Figueiredo reconhece que o “cheiro do sangue e da pólvora” é viciante, tal como o são a coca e a heroína. 

(...) Paulo Figueiredo como assassino a soldo dos Grupos Antiterroristas de Liberación (GAL).

 

(...)

À pergunta de quanto vale a vida de um Homem, responde com outra: “Homem como eu ou como eles?”

(...)

“Quem é Paulo de Figueiredo?” – pergunta Salomé Lamas, dando pistas, sem respostas, e deixando o próprio espectador, com a sua curiosidade atiçada, decidir por ele próprio e investigar por sua conta.

Paulo é de facto um dos muitos sem-abrigo, sem cara, sem existência reconhecida, aos quais se vira as costas para não se saber que existem, e cuja ténue pertença à humanidade comum passa pelos contactos com a realizadora, que conta o resto da vida breve deste homem, do qual sabe muito, sem nada poder provar da sua veracidade através de documentos.

O resto é quase tudo e está no filme (...)

(http://www.publico.pt/portugal/noticia/a-verdade-ou-a-mentira-na-terra-de-ninguem-filme-de-salome-lamas-1614046?page=-1)

http://www.serralves.pt/pt/

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